23/09/2009

Emprego: Problemática transversal requerendo intervenções multisectoriais

Caros compatriotas,

A vossa rápida resposta à minha proposta de debate agrada-me sobremaneira. Sinto que valeu a pena abrir mais este canal para interagir com os meus compatriotas.

Uma das questões que nesta página já me foi colocada prende-se com a minha visão sobre o emprego. Gostaria de trazer à atenção dos meus compatriotas que esta é uma das questões que se encontra no centro das minhas preocupações desde que assumi a Presidência da República em 2005.

Reconhecendo o seu carácter transversal, eu e o meu Governo, sob a direcção da FRELIMO, defendemos uma abordagem holística desta problemática e assumimos que se trata de uma questão que afecta todos os nossos compatriotas, homens e mulheres, jovens e adultos, no campo e na cidade.

Por esta razão, esta abordagem passa pela articulação entre as políticas e investimentos públicos, por um lado, e as iniciativas empresariais, cívicas e individuais, por outro. Vou me referir a alguns dos programas em curso e que a FRELIMO e eu próprio pretendemos impulsionar.

No sector público demos grande ênfase às reformas, à revitalização do ensino profissional e à expansão do ensino superior. Como estarão recordados, na Campanha Eleitoral de 2004 prometi combater o burocratismo, o espírito de deixar andar, a corrupção e o crime. As reformas no sector público visam, em grande medida, alcançar estes objectivos, facilitando a vida do cidadão e impulsionando o nosso desenvolvimento.

Graças a estas reformas, os investidores nacionais e estrangeiros têm maiores facilidades para instalarem os seus empreendimentos e, deste modo, participar na geração de postos de trabalho para os nossos compatriotas. Temos hoje empreendimentos na área da educação, dos têxteis, de materiais de construção, de alimentos e bebidas, da hotelaria e turismo, das novas tecnologias de informação e comunicação, dos bio-combustíveis, do agro-processamento, de reflorestamento, da banca, consultoria e outros serviços, só para citar alguns exemplos, que se traduzem em milhares de postos de trabalho.

Um outro resultado das reformas é a descentralização de recursos para os distritos.

Vou-me referir aos 7 milhões de que cada Distrito passou a dispor, anualmente e a outros recursos descentralizados. Os 7 milhões, como a Revolução Verde, estimulam a produção de mais alimentos, atacando de frente o grave problema da fome e de abastecimento de mercados rurais e urbanos, catalisando iniciativas empresariais locais promissoras, com grande potencial para gerar postos de trabalho para mais moçambicanos.

Só neste quinquénio inicial, este exercício gerou mais de 108.000 postos de trabalho. Por exemplo, em Metoro, Distrito de Ancuabe, um jovem recebeu um financiamento dos 7 milhões para construir uma pensão. Ele já devolveu o empréstimo, o seu empreendimento está a prosperar e a empregar outros moçambicanos e agora projecta expandi-lo.

No Distrito de Nipepe, um outro jovem também recebeu esse financiamento para a produção de gergelim. Já devolveu o empréstimo e com os seus rendimentos adquiriu uma máquina para a produção de óleo e uma viatura de carga. Como estes há muitos outros exemplos de moçambicanos que estão a melhorar a sua renda e a empregar outros moçambicanos.

Para além dos 7 milhões, os distritos passaram a dispor de 2.5 milhões para investimento em infra-estruturas e de outros fundos, entre eles o de estradas e os dos sectores da saúde, educação e das águas. Para além disso, aprovamos o regulamento de contratação de empreitada de obras públicas, fornecimento de bens e prestação de serviços ao Estado, a nível local.

Estes investimentos públicos e privados estão a induzir a procura de economistas, juristas, agrónomos, técnicos pecuários, jornalistas, planificadores físicos, sociólogos, gestores e muitos outros profissionais. Ao longo deste quinquénio temos tido oportunidade de interagir e de conviver com alguns destes nossos compatriotas.

A reforma do ensino profissional, a implementação da Estratégia de Emprego e Formação Profissional bem como a expansão do ensino superior têm em vista preparar a nossa juventude, em particular, para os desafios de emprego e auto-emprego, num ambiente de crescente concorrência nacional e no contexto da integração regional.

O facto de termos saltado de 34 escolas profissionais, em 2004, para 91, em 2009, e o facto de termos saído de 17 instituições de ensino superior, em 2004, para 38, em 2009, cobrindo todas as províncias demonstra a minha determinação, que é partilhada com a FRELIMO, de garantir que os nossos jovens, imbuídos de um cada vez maior sentido de auto-estima, explorem as oportunidades de emprego que se estão a criar no nosso país.

Para mim, um jovem formado está em melhores condições para ler, explorar e beneficiar-se das oportunidades de geração de renda e de realização profissional. Neste quadro, a educação profissional e a expansão do ensino superior, nas mais diversas especialidades, vão ganhar novo ímpeto.

O programa “férias desenvolvendo o distrito” é uma das iniciativas juvenis que demonstra que jovens formados estão, efectivamente em melhores condições para ler, explorar e beneficiar-se das oportunidades de emprego e de auto-emprego em Moçambique. Numa feliz parceria com o Governo estes jovens não buscam apenas oportunidades de emprego no distrito como também contribuem para tornar excepção e uma raridade a falta de quadros com formação superior onde têm um elevado impacto no combate contra a pobreza.

Ao fim dos 5 anos podemos dizer que demos alguns passos na criação de mais postos de trabalho para os nossos compatriotas. Neste processo fiquei com a impressão de que um dos grandes desafios que se nos coloca, como moçambicanos, talvez se radique na nossa capacidade de explorar as oportunidades que vão emergindo, em todo o nosso solo pátrio.

Ao longo deste quinquénio ganhamos uma considerável experiência na implementação de uma estratégia multi-sectorial de geração de postos de trabalho.

Sabemos que ainda muito falta fazer para aprimorar esta estratégia.

Também reconhecemos que a Unidade Nacional e a cultura de paz são factores de grande relevo para que mais investimentos resultem na oferta de mais postos de trabalho.

Colocadas algumas das linhas da minha visão sobre emprego aguardo então pelos vossos conselhos. Metodologicamente irei anotar as contribuições que irão sendo feitas e depois de algum tempo voltarei a intervir para sumarizar e lançar um novo tema.


Armando Emílio Guebuza

(Presidente da Republica de Moçambique, Presidente da FRELIMO e Candidato Presidencial da FRELIMO)

41 comentários:

  1. Presidente Guebuza
    Parabens pela iniciativa. Hoje o mundo da web é um palco global, mundial, para interagir. É, estou certo mais uma forma de consolidar a moçambicanidade. Sobre o emprego: é um assunto relacionado com a economia, o desenvolvimento de Moçambique.Se o país for crescendo, e esta a desenvolver-se, entao o numero de empregos ira aumentar. Temos de ter presente: o emprego esta relacionado com a economia.

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  2. Obrigado gentilmente nosso PRESIDENTE ,Guebuza, Homem do Povo, em conversa de corredores na universidade de Bolonha-Itàlia os colegas Mestrandos de diversos continentes colocavam à seguinte pergunta como Moçanbique saiu rapidamente da letàrgia, em que estava submersa, eu dizia" O desenvolvimento, de acordo com a definição mais conhecida, é precisamente uma luta de opostos,Um acto de confiança dá paz e serenidade, e auto-estima, foi sempre o apanàgio do Governo do Nosso Pais. De certa forma gostaria de agradecer o nosso Presidente Guebuza, pelo esforço integral do Desenvolvimento do Nosso Vasto Moçanbique, o Povo irà de certa forma escolher a continuidade deste Grande Projecto, eu farei o esforço de levar avante esta ideia em diversos foros. Viva GUEBUZA, VIVA FRELIMO.

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  3. Sr. Presidente, obrigado por trazer este assunto interessante. Provavelmente deve ser dos poucos assuntos que o Sr. Presidente mais o preocupou. Só que ao ver os números que nos fornece, fico com a sensação de que o Sr. Presidente quis simplesmente provocar o debate.
    No documento introdutório (O meu Compromisso), diz que uma das suas prioridades seria o "desenvolvimento de cultura de trabalho entre os moçambicanos".
    Esperava ver tanto no seu documento como no manifesto do partido de que é digno líder, um pouco mais de detalhe que nos iluminasse sobre como essa "cultura"seria desenvolvida bem como as linhas práticas para o alcance deste tão esperado desiderato.
    Provavelmente é das secções menos desenvolvidas do manifesto da Frelimo, pois um alfabetizado fica com a vaga ideia do que se pretende fazer entre 2010-1014.
    Neste artigo o Sr. Presidente parece reconhecer que o emprego pode ser uma realidade através de investimento público e privado, seja ele interno ou estrangeiro. Porém, reconhecendo que a maioria da nossa população é analfabeta e que também quer o emprego, sou tentado em pensar em grandes investimentos, sendo a industrialização e mecanização algumas opções.
    a) Quais são as suas ideias para esse assunto sabendo que somos um país essencialmente rendeiro. Consumimos mais que produzimos
    b) Como pensa em alavancar a nossa indústria, potencial parteira de muitos empregos na cidade, mas principalmente no campo, facto que a ser realizado, contribuirá em grande medida na contenção do êxodo rural, flagrante flagelo que assola as cidades?
    c) No parágrafo 95 do manifesto da Frelimo promete a construção de novas linhas férreas. Estou curioso Sr. Presidente, de onde partirá esta nova linha e para onde? Quererá por acaso ligar o centro e sul pela linha férrea? Faria-nos um grande favor se fosse o caso.
    Veja Sr. Presidente que falo apenas de grandes projectos, esses que na prática são grandes absorventes de mão-de-obra semi-qualificada. Não quero ainda falar dos nossos licenciados. Para esses, o assunto é bem simples se quisermos pensar em empregá-los no aparelho de estado, onde menos de 10% da sua força laboral possui nível superior de escolaridade e os distritos principalmente clamam por um apetrechamento de quadros com esse nível.
    Por último Sr. Presidente, uma pergunta e sugestão:
    d) Sr. Presidente, assim que os jovens envolvidos no projecto férias desenvolvendo o distrito lhe provaram que querem lá ir e trabalhar para o Estado, qual é o próximo passo? Continuará a apadrinhá-los para de tempos em temos fazerem as habituais excursões pelo país? E já agora, tem alguma ideia de quanto custa cada excursão?
    A minha sugestão é que acabe com essas excursões. Já está claro sim que eles querem voltar ao distrito. Agora, das duas, uma: ou as contribuições da AEFUM sejam tomadas em conta nos próximos planos governamentais, compulsando assim sobre formas de integração de jovens recém-formados no aparelho de estado, ou definitivamente nos poupem deste espectáculo recorrente. Há também jovens que querem vir a cidade.

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  4. Ode a Egidio Vaz, se necessitam mais como ele que com olhar critico apontam as nossas fraquezas para que o autor do artigo possa reflectir e tomar accao.

    Se de facto queremos construir um futuro melhor para todos mocambicanos, devemos tomar accoes no presente, que potenciem esses estado futuro.

    Algo que subtilmente referenciou Egidio Vaz è o elevado indice de analfabetismo! Estimados, nenhum pais se desenvolve com niveis de analfabetismo como o nosso e nenhuma politica de desenvolvimento se sustenta nas bases que actualmente nos assentamos.

    Sugiro que se implemente um plano de erradicacao do analfabetismo e quem sabe em 5 anos mais ja poderemos discutir outros problemas a outros nives. Pode-se usar o exemplo da Bolivia e Evo Morales.

    Quanto a "revolucao verde", sugiro que se implemente de maneira mais practica e nao com tractores emprestados da Lìbia porque para garantir seguranca alimentar de um pais como Mocambique com mais de 20 milhoes de habitantes, se necessitam muito mais que 10 tractores e principalmente infraestruturas como estradas, pontes, electrificacao rural, etc...

    Apenas sugerindo

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  5. Senhor Presidente
    Excelência

    Quero primeiro saudar esta iniciativa de, junto dos internautas partilhar as suas ideias sobre o pais e a sua visão de Moçambique.
    O acesso ao primeiro emprego é certamente o maior dilema dos jovens e com uma tendência de crescer com o aumento das instituições de ensino técnico-profissional e superior.

    Ao analisar a questão do Emprego, que está ligada a transição entre a juventude e a vida adulta, vamos encontrar uma outra serie de questões tais como a necessidade de casa própria ou arrendada, a necessidade de acesso ao credito bancário pela juventude, e a necessidade de uma intervenção do estado através de programas específicos de estimulo às necessidades dos jovens.

    Tal como em Nipepe e Ancuabe, onde jovens através dos 7 milhões fizeram uma gestão eficiente, alcançaram resultados e reembolsaram os valores, demonstrando assim que a juventude Moçambicana tem capacidade de gerir recursos, de liderar processos de mudanças e de assumir as responsabilidades impostas pelos desafios da Nação, seria importante que em cada distrito jovens fossem chamados em maior escala a beneficiar-se dos 7 milhões não só através dos postos de trabalho que lhes são proporcionados, aumentando assim a sua renda, mas igualmente na liderança deste desafio, e na criação de uma nova classe empresarial jovem ao nível dos distritos de Moçambique.

    Ainda sobre o emprego, o ensino técnico-profissional podia ter uma abordagem mais terra-a-terra, uma maneira de estar diferente. A espansão do Ensino tecnico-profissional em Moçambique devia concentrar-se ainda mais e mais para as bases da nossa economia: a agricultura, a industria,a pesca.

    Pessoalmente fiquei insatisfeito ao visitar o Instituto Agrário de Boane, ou Umbeluzi, aqui mesmo ao lado da Cidade de Maputo, da nossa capital. O País está a formar jovens técnicos de agricultura com uma gritante escassez de ferramentas teóricas e muito menos práticas para fazer face à Revolução verde. é preciso apostar a sério no ensino tecnico-profissional na vertente da agricultura. Sugiro que V.Excia se dedique com afinco que lhe é característico aos institutos agrários nos próximos tempos. Aqueles jovens precisam de saber, no mínimo como funciona um tractor, como funciona uma charrua, como se faz a gestão de um campo agrícola e outras questões práticas, para poderem acompanhar o ritmo da revolução verde e melhor se posicionarem no mercado de trabalho.

    Só com uma melhor informação e dados sistematizados sobre a população jovem, sobre as taxas de desemprego anuais, sobre os formandos na área tecnico-profissional e superior, sobre milhares de profissões existentes, enfim, só com um sistema de informação sobre o mercado de emprego em Moçambique funcional é que podemos encontrar algumas alternativas mais sustentáveis para o Emprego. Sugiro que crie ou melhore estas condições Excelência.

    A Luta continua e mais uma vez felicito a sua abertura à blogosfera e aos internautas Moçambicanos em geral.

    B.Muhate

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  6. O Basílio aponta um aspecto muito importante. O anónimo que me seguiu também.
    EM relação ao anónimo, um aspecto que ressaltou foi a educação enquanto o Basílio fala da informação sobre pessoas formadas e o "bom uso" deles. Há qui um fio condutor. Parafraseando as palavras do anónimo, nenhuma nação pode planificar a sério contando com analfabetos. Nenhuma nação séria pode desenvolver-se se grande parte da sua população continuar a não saber ler e escrever.
    Por outro lado, NENHUMA NAÇÃO QUE SE PRETENDE SÉRIA avançará se não souber aproveitar o máximo os recursos humanos que possui. E aqui, queria estabelecer o nexo condutor com a visão do manifesto da Frelimo em relação ao reforço da cooperação internacional. Estou a referir-me à capacidade de o próximo Governo (da Frelimo) poder vir melhorar a sua relação com os parceiros de cooperação, principalmente os europeus e o governo americano bem como as instituições de Breeton Woods. As políticas do FMI colocam certos limites por exemplo, à contratação de certo número de professores, médicos e extencionistas agrários. Essas limitações se estendem a outros sectores da educação como alfabetização de adultos e ensino superior público.
    O ponto que quero fazer aqui é de que o futuro Estado moçambicano não deverá medir esforços na educação do seu povo bem como na prestação de serviços básicos como saúde e acção social.
    Para tal, deverá aprimorar a sua política de ajuda externa (foreign aid policy); a sua relação com os estados bem como a adopção de uma política externa audaz, que poderá influenciar as relações internacionais em nosso benefício. Uma política externa e uma política de ajuda capazes de evitar futuras “brincadeiras diplomáticas” como a que aconteceu com o conjunto de representantes do corpo diplomático de países europeus+ EUA, ao irem ter com o Presidente da CNE para reclamar a “inclusão” de partidos desqualificados do processo, como se os canais legais para a reposição da legalidade tivesse sido esgotados! Senti-me ferido no meu orgulho de moçambicano.
    E infelizmente Sr. Presidente, não vi nada do que estou a pedir referenciado no manifesto do seu partido, muito menos no seu compromisso. Digo e insisto nisso porque nos últimos cinco anos o Sr. Presidente insistiu na necessidade de sermos nós próprios fautores do nosso destino. Claro que construído com a cooperação de povos e estados de outras nações. Mas surpreendeu-me ao não ter podido ler esse espírito; essa necessidade nas entrelinhas dos dois documentos principais da sua campanha.
    E Sr. Presidente, queira aceitar uma coisa: não vejo nenhum outro homem capaz de colocar Moçambique na rota que eu sonho senão o Sr. Presidente, principalmente no que concerne com a política externa moçambicana, que infelizmente é bastante indefinível. Se falhar, estará a comprometer-nos para os próximos 10 anos. Tenha a coragem de nos deixar no bom caminho Sr. Presidente. O tempo está a nosso favor. E Muito obrigado.

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  7. "...a maioria da nossa população é analfabeta e que também quer o emprego, sou tentado em pensar em grandes investimentos, sendo a industrialização e mecanização algumas opções." Egidio Vaz

    "Quanto a "revolucao verde", sugiro que se implemente de maneira mais practica e nao com tractores emprestados da Lìbia porque para garantir seguranca alimentar de um pais como Mocambique com mais de 20 milhoes de habitantes, se necessitam muito mais que 10 tractores" Anonimo

    Camarada Presidente,
    Em relacao a primeira preocupacao do Egidio, aquela que se refere ao emprego da maioria dos mocambicanos analfabetos, creio que a abordagem de V.Excia estah correcta. Na verdade, parte dos problemas de ocupacao produtiva de uma grande parte dos mocambicanos pode ser resolvida com o seu esforco de horizontalizacao da economia, tornando-a mais abrangente e equitativa. Peguemos no caso dos sete milhoes; muitos de nohs nao vimos ainda que esta eh uma forma de criar emprego.

    Cria emprego directamente transformando centanas de camponeses em proprietarios rurais virados para o mercado, transformando os donos das "bancas" rurais em comerciantes dotados das ferramentas mais modernas para gerir e expandir seus negocios. Cria emprego directo a introduzir na economia rural vertentes como o agro-processamento, o empacotamento, o marketing e a comercializacao, actividades que agregam valor aa actividade economica tradicional das zonas rurais. E i ntroduzem o factor RENDA.

    Mas criam tambem emprego de maneira indirecta. Com a melhoria das condicoes economicas do mundo rural, com o aumento do consumo e com a procura de actividades de laser de maior qualidade, haverah demanda de profissionais como artesaos para a melhoria da habitacao, tecnicos agricolas, tecnicos pecuarios, planificadores fisicos, tecnicos desportivos, educadores, jornalistas e outros.

    Creio, Camarada Presidente, que esta eh a melhor maneira de gerar emprego para a grande maioria da populacao rural analfabeta, de acordo com a preocupacao do Egidio.

    Camarada Presidente, este eh um paiis de economia baseada no uso de mao de obra intensiva. Neste sentido, nao concordo com a estrategia dos dois amigos que citei de privilegiar a industrializzacao e a mecanizacao para criar emprego e para a revolucao verde.

    Deixe-me pegar soh na revolucao verde. Se esta se basear na mecanizacao intensiva, vai ser possivel produzir comida para exportacao e para o consumo interno como poucos milhares de operarios agricolas. Este modelo de desenvolvimento nao promove uma ampla redistribuicao de rendimentos. E o que eh pior, vai transformar milhoes de camponeses em EXCEDENTARIOS.

    Neste sentido, apoio a sua visao de fazer a Revolucao Verde aproveitando todas as tecnologias existentes, incluindo a enxada. Apoio a sua filosofia de expandir o uso de traccao animal para promover o aumento das areas de cultivo.

    Pode ser bonito ver milhares tractores nos nossos campos, mas isso nao corresponde ao nosso actual estagio de desenvolvimento economico, social, cultural ...

    Bem haja Camarada Presidente. Concordo com a apreciacao do Egidio de que V. Excia eh o lider providencial do momento, destinado a aprofundar as fundacoes da nacao e da nacionalidade.

    Boa campanha

    Obed L. Khan

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  8. Camarada,

    Os que me antecederam nos comentários focalizaram aspectos fundamentais para que o desiderato que aqui coloca seja alcançado. Estratégias que assentem em estruturas bem definidas, claras e consolidadas.

    A educação é fundamental. A reforma do ensino profissionalizante está a levar tempo a mais; as escolas superiores incluindo as politécnicas continuam a formar empregados devido a incapacidade de ensinar a "fazer" o método da sebenta ainda impera em quase todas... mas essa, embora fundamental para o que nos traz aqui, é outra conversa.

    Outra coisa Camarada presidente, é clarificarmos de que é que falamos quando abordamos a questão do emprego. Como, por exemplo, qualificamos aqueles jovens campesinos que tem na agricultura a sua principal actividade? São desempregados no conceito que usamos aqui? E aqueles cuja actividade honesta e que gera rendimento (muitas vezes acima do rendimento mensal de um técnico superior no aparelho do Estado) é lavar carros na baixa de Maputo, vender comida ali no mercado Mandela, vender recargas de telemóvel pelas ruas da cidade etc? Entram neste universo de desempregados?

    O país precisa estabelecer estratégias claras de criação de empregos. No seio de uma estratégia efectiva de criação de emprego deve estar uma estrutura conceitual, que trate, sobretudo, de perspectivas e aproximações estratégicas. Na ausência de tal estrutura, ou na eventualidade de uma estrutura inadequada, as políticas de criação de emprego estão destinadas ao fracasso. É necessário que sejam claramente definidos quais são os aspectos necessários de uma estrutura para
    assegurar intervenções significativas na criação de emprego.

    Júlio Mutisse
    Continua

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  9. Continuação,

    Os 7 milhões alocados aos distritos podem ser uma boa plataforma para esse efeito. Aliás, denoto que o Camarada Presidente, tem muita esperança nessa iniciativa. Os exemplos de sucesso que aponta são encorajadores, mas os insucessos e os constrangimentos apontados no acesso a esses fundos que ajudariam a criar empregos no sentido formal da coisa, demonstram que esta iniciativa precisa de consolidação sob o risco do fracasso e frustração numa população que guarda dela excelentes perspectivas. Isso passaria, por exemplo, por potenciar mais e mais os conselhos consultivos e critérios mais claros e universalmente aceites para acesso aos fundos.

    Camarada, quando foi da reforma da lei do trabalho um dos desideratos era flexibilizar a lei, facilitar a contratação e, diga-se, tornar menos caros os despedimentos, no sentido de potenciar mais contratações. Não acho que se tenha falhado ou fracassado mas, hibernou-se porque, no tal desiderato trabalhista não foram consideradas outras componentes e a reforma não foi MAIS abrangente e concertada com outros sectores. Repare camarada que, por exemplo, o artigo 243 no seu nº 1 estabelece que , o empregador que receba estudantes finalistas, de qualquer nível de ensino, em regime de estágio pré-profissional, com remuneração, goza de benefícios fiscais, a estabelecer em legislação específica. Como é que isto se efectiva? Olha camarada que a lei é de 2007 e quando a lei entrou em vigor ainda não se sabia... era um objectivo que lá se colocou, com boas intenções é claro, mais claramente letra morta.

    Ainda bem que reconhecemos a transversalidade do problema. É um bom ponto de partida para definirmos acções e estratégias integradas.

    Mas que estratégias camarada? Eu entendo que há várias áreas de políticas centrais que precisam ser abordadas numa estratégia integrada e transversal

    1. construir uma capacidade produtiva da economia (espero que aborde como pretende incrementar este assunto);
    2. o desenvolvimento económico de que tanto falamos tem que significar igualmente mais e melhores empregos;
    3. pôr em prática políticas industriais e tecnológicas;
    4. Políticas estratégicas de comércio devem assegurar que empregos não sejam destruídos através de liberalização cega, e que as próprias relações de comércio sejam desenvolvidas para sustentar o crescimento e melhoramento do emprego;
    5. expandir a produção para o mercado interno (o orgulho moçambicano tem que estar sustentado nisso);
    6. devem ser criadas condições garantidas de padrões de vida e a qualidade do trabalho devem melhorar o tempo todo. Trabalhos não devem simplesmente ser criados, mas também melhorados.

    Júlio Mutisse

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  10. Excelência,
    Parabéns pela iniciativa. É bom saber que não é apenas o Sr. Barack Obama que está preocupado em interagir com o seu eleitorado.

    Espero que venha mais vezes a este fórum e que brevemente, arranje tempo na sua agenda ocupada, para responder a enorme lista de questões que os comentadores desta postagem aqui colocaram, as quais reflectem as preocupações não só deles e minhas, como de vários outros jovens deste pais.

    Continuação de boa campanha eleitoral e Boa Sorte!

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  11. Obed, você não me entendeu bem quando tentou responder-me. E estou neste momento a tremer de tanto espantado que estou em relação a sua interpretação das estratégias de desenvolvimento do país.
    Dois aspectos flagrantes:
    1. É este país uma economia baseada no uso de mão de obra intensiva?
    2. Que relação existe entre desenvolvimento e "ampla redistribuição de rendimentos"?
    São perguntas para o Obed responder.
    Caro Obed, o ponto de intercessão entre a "ampla redistribuição da riqueza" e "desenvolvimento" é a pobreza; condição em que nos encontramos. O que queremos é o desenvolvimento como ampliação das liberdades de escolha, onde a partida questões básicas como acesso a educação, saúde e saneamento estão ultrapassados. Portanto, o desenvolvimento que almejamos não é apenas a redistribuição da comida, apesar de passar por ai. O desenvolvimento que o Presidente sonha não é a supressão do analfabetismo apenas, apesar de passar por ai.
    O Presidente da Frelimo sonha "com um país RICO e livre da pobreza". Veja por favor o seu compromisso. Esse é o debate em que devemos nos concentrar. E, parece-me que estou metodologicamente a entrar no mato. Afinal, estão aqui a mudar da posição das balizas em pleno jogo.
    Abraços.

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  12. Caro Egidio, tentando responder em poucas palavras. Fazer revolucao verde com mecanizacao intensiva gera crescimento economico espectacular. Mas eh um crescimento de que aproveitam apenas alguns milhares de operarios agricolas. A grande maioria dos agricultores mocambicanos ficaria reduntante. Como a agricultura mecanizada pagaria salarios somente a alguns milhares de trabalhadores rurais, ela deixaria de ser um factor de redistribuicao de ganhos (rendimentos) a milhoes de mocambicanos.

    Caro Egidio, o que estou a dizer eh que este crescimento economico nao leva ao desenvolvimento.

    Desenvolvimento surge quando o crescimento economico favorece a um numero muito maior de intervenientes. Eh por isso que apoio a opcao do Presidente de promover a Revolucao Verde aproveitando todas as tecnologias existentes, a saber: enxada, traccao animal, mini-cultivadoras, tractores e auto-combinadas.

    Ao permitir a participacao de milhoes de agricultores no esforco da revolucao verde, atraves da adopcao de tecnologias simples e sustentaveis, garante-se que a agricultura seja um meio de vida de milhoes de pessoas. Um meio de vida que gera renda e riqueza. Isto, amigo Egidio, eh que eh desenvolvimento.

    Concordo que eh menos espectacular. Mas nao ha duvida de que eh mais efectivo e permite que mais gente se aproprie da renda da agricultura. EH A ISTO QUE CHAMO AMPLA REDISTRIBUICAO DE RENDIMENTOS.

    Estamos juntos, amigo Egidio.

    Obed L. Khan

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  13. Caro Egidio Vaz,

    Concorra a Presidencia da República no proximo mandato e te garanto meu voto, se continuares a pensar da maneira como pensas: realista e progressiva!!!

    Estimados, a história de várias nacoes nos comprovou que a Educacao é a base para o desenvolvimento sustentável e dou a caso do Rei da Suécia, que no século XVIII descobriu que para tirar seu povo do campesinato e transformar o reino no país desenvolvido que é agora deveria investir na educacao! Hoje em dia, Suécia com suas limitacoes geofísicas e climáticas é uma grande potencia e exporta "inteligencia"...

    Muitos países implementaram a "Reforma agrária", alguns com melhores resultados que outros, mas a chave do sucesso foi a preparacao do homem, o mais-valia e a existencia de infraestruturas como estradas, pontes, redes publicas de saude, escola, etc...

    O caso dos 7 bilhoes para os distritos, creio que é uma boa iniciativa, mas pecou por falta de preparacao. Ainda temos deficiencias no que respeita a infraestuturas rurais (creio que todos reconhecemos as assimetrias entre o campo e a cidade em Mocambique), que dificultam sobremaneira o melhor aproveitamento e para o fim que se destinou a verba. Os casos de Ancuabe e Nipepe honestamente sao "excepcoes" porque na maioria dos distritos beneficiados, como foi reportado anteriormente se destinou a reabilitacao da casa do administrador ou a criacao de créditos mal parados, como já estamos acostumados em Mocambique. Lamentavelmente, no fim, temos todos que pagar como o Estado Mocambicano somos todos nós.

    Voltando ao ponto que levantei como Anónimo (que se diga de passagem, fui o primeiro anónimo que saudou ao grande Egidio Vaz), pedia a Sua Excelencia para implementar um PLANO DE ERRADICACAO DO ANALFABETISMO... o resto, virá como consequencia. Dizia Simón Bolívar "un pueblo culto es instrumento hermoso de su propia liberacion".

    Por um Mocambique melhor

    Anónimo 1

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  14. Caldas Chemane25/09/09, 11:33

    Prezado Camarada Presidente,

    Admiro muito a sua capacidade de dialogo terra-a-terra. É um regalo ouvi-lo, escuta-lo e compreendê-lo, quando transmite a sua experiência e a sua visão para o bem estar do povo moçambicano. E quando se entrega a um diálogo, ganhamos ainda mais.

    Para melhor multiplicar o diálogo, especialmente com a juventude, queria apelar para que, na sua agenda da presente Campanha Eleitoral e, posteriormente, na Presidência Aberta, em todos os locais que visita (distritos e capitais provinciais, de preferência), assegurasse um espaço IMPRESCINDÍVEL para diálogo específico com os JOVENS desse local (no formato de palestra ou outro modelo). Pelo menos uma sessão de 60 a 90 minutos por Distrito, em média. Acredito, firmemente, no sucesso desse diálogo.

    Para cada local podia definir um tema, tendo em conta que o mesmo seria posteriormente difundido pelo resto do País. Na minha opinião seriam mais relevantes temas associados à promoção da Auto-estima, do Emprego e da cultura de trabalho (parte do Terceiro Compromisso da FRELIMO).

    Estou certo que a minha proposta não é uma novidade, mas que sirva de um sinal de apoio às iniciativas que tem tomado nesse sentido, onde destaca-se este Blog, que ainda estará melhor quando receber respostas aos comentários, pelo Camarada Presidente.

    Por uma juventude melhor para um moçambique melhor!

    Caldas

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  15. Caldas Chemane25/09/09, 11:58

    Para todos "Anónimos"

    Será que o anonimato, não é uma figura pouco adequada para alguém com auto-estima, que assume o que é e as suas ideias?

    Caldas

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  16. Descoberto o blogue, não quis perder a oportunidade de saudar o seu autor e manifestar o meu desencanto por constatar que, durante a minha ausência, emergiu uma média burguesia nacional e o fosso entre ricos e pobres não cessou de aumentar.
    Integrei o núcleo, como está recordado, de cidadãos completamente crentes e disponíveis para darem o seu melhor na construção de um país liberto de toda a sorte de exploração.
    Os princípios, os trajectos e as estratégias foram bem definidas independentemente dos inevitáveis erros de percurso. Entretanto, houve cedências e recuos.
    O alarido em torno da construção da chamada democracia, formulado por pessoas que a descobriram apenas quando surge a independência, é uma verdadeira fraude mas que arrastou consigo muitas centenas de milhares de cidadãos que não conheceram a perversidade do regime colonial.
    A ideologia do dominador foi apropriada por largos sectores do País e, a sua reprodução, tem sido possível pela cumplicidade de factores ideológicos poderosos.
    Por razões conjunturais, primeiro, depois pela pressão da comunidade internacional (leia-se EUA e seus aliados), a FRELIMO remeteu para a gaveta da história os princípios e valores definidores do seu carácter de Partido verdadeiramente Popular. Este tipo de capitulação varreu, infelizmente, todo o continente.
    Receio que o mesmo regime politico e económico que se implantou nas colónias é o mesmo que hoje pretende exportar e africanizar o “capitalismo democrático”.
    Recordo que não pode haver democracia autêntica sem justiça e progresso social.
    Termino, este comentário já longo, recordando Cabral:
    “Lutamos para construir, nos nossos países, uma vida de felicidade, uma vida onde cada homem respeitará todos os homens, onde a disciplina não será imposta, onde não faltará o trabalho a ninguém, onde os salários serão justos, onde cada um terá o direito a tudo o que o homem construiu, criou para a felicidade dos homens. Se não o conseguirmos, teremos faltado aos nossos deveres, não atingiremos o objectivo da nossa luta”,
    Finalmente desejo-lhe, Senhor Presidente, os maiores êxitos pessoais e que saiba devolver a esperança, a todos os moçambicanos, tornando possível o impossível
    Agry

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  17. Resposta a Caldas Chemane,

    " Será que o anonimato, não é uma figura pouco adequada para alguém com auto-estima, que assume o que é e as suas ideias? "

    Neste blog sou anónimo como milhares de mocambicanos que apenas constam nas estatísticas do INE, quer por morte por malária cuja cura custa menos que US$0.25, diarreias, má-nutricao, HIV-SIDA que cria 700 novos casos a diário ou os que sao visitados apenas na campanha eleitoral onde se lhes oferece uma camisete que deverao usar por mais cinco anos até a outra campanha, onde membros da comitiva se banham em água mineral enquanto o povo, anónimo como eu morre de sede.

    Sou anónimo como o compatriota a quem se lhe nega o direiro fundamental de acesso a educacao conforme a Declaracao Universal de Direitos Humanos no seu artigo XXVI onde se proclama que toda a pessoa tem o direito a instrucao gratuita nos graus elementares e fundamentais: nisto sou anonimo como 53% da populacao mocambicana.

    Sou anónimo porque nao acredito na liberdade de expressao em Mocambique, por isso nossos telejornais estao vendidos, governadores ameacam jornalistas e nada passa, membros do bureau politico da Frelimo afirmam que "libertaram o povo e por isso devem enriquecer" e nao se retractam... o sindicato do crime público e privado cresce sem detencao!!!

    Sou anónimo porque prefiro expressar meus ideais de maneira fiel e genuína, sem receio de "ferir sensibilidades" para nao cair no vulgo de bajular ou fazer o "culto a personalidade" no meio de tantas atrocidades que se podem ver e viver. Neste aspecto felicito a Egídio Vaz por ser autentico.

    Sendo assim, caro Chemane, nao sei se te aumenta a auto-estima saber que o fosso entre ricos e miseráveis de Mocambique aumenta e que a máquina governamental funciona gracas a ajuda externa, que 53% da populacao é analfabeta e ainda morremos de doencas que sao totalmente tratáveis, etc...

    Espero ter respondido

    Anonimo

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  18. Amandio

    Parabens Excelencia Pelo web site!
    E preciso que o Governo olha mais a juventade e sabido que ela e seiva da nacao!
    Para tal Gostaria que o Presidente apadrinha-se mais o projecto das ferias do desenvolvimento do distrito! porque este constitui um meio importante para os jovens conhecerem o Mozambique real!
    Parabens Guebas!

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  19. caro Chemane, caro anonimo,

    Avance....isto mesmo que e direito de expressao: alguns preferem anonimato e outros sentem-se a vontade sem o anonimato!!!!

    Olha bem, o que esta acima de tudo, e saber que ninguem vai desenvolver o nosso mocambique vindo de fora!! so pode aliviar a pobreza. os males citados por o anonimo "máquina governamental que funciona gracas a ajuda externa, etc." nao sao novidades e fico pensando que neste espaco, O Sr Presidente quis inovar para permitir e os anonimos e os outros expressem livremente as ideias para acelerar o nosso desenvolvimento e sobretudo a nossa independencia economica. Nao sou especialista na materia mas sem "auto estima", e impossivel reverter esta situacao de dependencia a ajuda externa.

    Volto dentro de breve para comentar mais detalhes tecincos como "economista na reserva"sobre esta problematica de ajuda externa onde Mocambique tem registados muitos avancos.
    Abracos

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  20. Que o nascer deste blog signifique pra todos um engato de vitórias,
    Um mar de alegrias transformando nossos sonhos em realidade,
    Visão, amor paz e reflexão, seja o proporcionado por esta maravilhosa página, cujo o objectivo seja não só fortalecer visões, mais sim seja também uma arma diplomática para debates construtivos, com vista a melhorar a governaçao nacional, para a defesa e desenvolvimento desta maravilhosa pérola, usada com esperança de um dia transformar Moçambique a terra dos sonhos, na expectativa de não mais criticar, mais sim elogiar os bons feitos que V. Excia Presidente Armando Guebuza, trousse ao povo em geral, sucessos...

    Em primeiro lugar agradecer a V. Excia Presidente Armando Guebuza pela iniciativa, nesta hora estou realmente com pouco tempo para interagir, diser que adorei imenso os comentarios do Ilustre Egídio Vaz, Ilustre Basílio, anónimo e outros que nao poderei aqui sitar por questoes de tempo, sucessos

    Altino Mandlaze

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  21. a iniciativa e fixe

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  22. Presidente Guebuza disse

    Quer em reacção ao texto introdutório como em reacção à minha visão sobre emprego geraram-se comentários e conselhos de grande qualidade e expressiva diversidade. Na leitura de cada uma das postagens convenço-me que tenho aqui mais uma oportunidade para sentir o pulsar do coração moçambicano, no país e no estrangeiro, especialmente porque não debatem apenas comigo mas também com os outros internautas neste blog. Constatei que eu e os internautas moçambicanos partilhamos o orgulho de sermos moçambicanos e o sentimento de que só a nós cabe desenvolver Moçambique. Senti que como eu e a FRELIMO os internautas querem andar mais depressa, querem que Moçambique aumente a sua capacidade de gerar receitas, de se industrializar e de ter mais gente formada, aos vários níveis.

    Não postei este comentário para concluir o debate mas para destacar que emergem desta nossa interacção o seguinte:

    A educação é uma chave para o emprego e para o auto-emprego – alguns internautas trouxeram interessantes citações e referências e deram destaque ao ensino profissional de crescente qualidade;
    A reforma do sector público, ao contribuir para um melhor ambiente de negócios, atrai mais investimento nacional e estrangeiro e gera emprego e riqueza para o país;
    A descentralização, ao libertar iniciativas criadoras em todos os cantos do nosso belo Moçambique, cataliza as actividades económicas e consequente geração de emprego;
    Mais particularmente, os 7 milhões são uma aposta certa para alavancar a actividade económica nas zonas rurais criando, deste modo, emprego directo e indirecto;
    A Revolução Verde, vista na sua múltipla dimensão de pesquisa e aplicação de novas tecnologias, sementes e práticas, extensão agrária, irrigação, processamento e comercialização, é um estímulo para uma maior valorização da actividade agrícola, base de sustento para milhões de moçambicanos. Esta nossa opção dá mais qualidade à ocupação produtiva no campo, aumentando a sua capacidade de gerar riqueza e um nível de vida cada vez mais digno ao nosso povo.
    A cooperação e a solidariedade internacionais são um importante vector de apoio ao empenho e desempenho dos moçambicanos na luta pelo seu próprio desenvolvimento.
    Estas são algumas das constatações deste debate que daqui de Murrupula, Nampula, minha terra natal, onde hoje me encontro quis partilhar com os meus compatriotas. Reitero que acho o debate muito interessante pois em cada postagem encontro importantes lições para aprimorar a estratégia multi-sectorial de geração de emprego. Continuemos pois a debater esta questão tão importante na vida da juventude, o futuro da Nação Moçambicana. Aguardo por mais intervenções, ensinamentos e conselhos antes de concluir este tema e abrir um outro.


    Armando Emílio Guebuza

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  23. Noa Inacio29/09/09, 12:00

    Senhor Candidato a Presidência da República de Moçambique Sr. Armando Emílio Guebuza,

    Quando colegas meus e companheiros destes fóruns, fizeram-me saber que V.Excelência se tinha juntado a nós, esperava ver o seu comentário para ter certeza que era com V.Excelência que dialogavamos. Bem não me vou cingir aos comentários feitos aos outros comentários, talvez apenas, sugerir que todos os desideratos que pretendemos alcançar como reza o Compromisso por V.Excia exarado para estas eleições eles deverão ser materializados ou melhor, só poderão ser alcançados se todos os moçambicanos poderem se sentir inclusivos e engajados na promoção da riqueza para combater a pobreza, partindo das mais diversas frentes de trabalho, e certamente esse será um desafio enorme para o governo a saír das eleições de 28 de outubro porque a história mostra que a ideia central será seguramente fazer uma conjugação entre os anseios das mais diversos grupos populacionais do nossa bela pátria e os objectivos estritamente partidários aí certamente será um desafio, e espero que V.Excelências consiga ser audaz para conseguir entrelaçar estes dois aspectos que o país certamente vai saír a ganhar. A nossa missão nestes fóruns é apenas de fazer um exercício de discussão, fria, apaixonada, desapaixonada, destemida, mas seguramente com intituito de contribuir para o desenvolvimento nacional.

    Votos de sucessos

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  24. Estamos mesmo a falar com o Presidente deste país! Com o Candidato com mais potencial de ganhar!

    Gostei de confirmar que o nosso Presidente tem uma estratégia para o emprego. Uma estratégia que não se funda nem no populismo, nem na demagogia.

    Assim é mais fácil confiar em si. Outros concorrentes prometem construir fábricas para empregar todos os jovens. Não nos dizem como, nem sequer nos esclarecem se querem regressar para as empresas estatais e para o Comunismo que eles alegam ter combatido!

    O Presidente Guebuza não! apresenta-nos uma perspectiva realista. Parabéns por isso.

    Gabriel Matsinhe - Cuba.

    P.S. Já agora seria interessante saber qual é a visão dos candidatos concorrentes sobre esta questão do emprego. E sobre habitação. Como pretendem resolver este problema.

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  25. Tobias Chipande29/09/09, 16:25

    Camarada Presidente
    Armando Emílio Guebuza

    Só quem nada faz não é que não comete erros.

    Ser guia, não é tarefa fácil pois exige a total e abnegada entrega a causa dos guiados (POVO MOÇAMBICANO).

    O Povo Moçambicano reconhece as grandezas realizadas pelo Governo da FRELIMO e do seu amado Presidente.

    É convicto nestes ideais que no dia 28 de Outubro do ano em curso diremos uma vez mais GUEBUZA O POVO ESTÁ CONTIGO.

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  26. Camarada Presidente
    excelência

    Primeiro passei para felecita-lo por ter aceite a sugestão de usar este meio para interagir com outros interessados no desenvolviento desta nossa Pátria amada.

    Bem os colegas que me antecederam focalizarão as questões que para mim não são conclusivas mas vão ao encontro da preocupação de todos nós. Ora, Há uma questão que para mim não é menos preocupante no tocante á saúde e meio ambiente.

    Gostaria de perceber oque é que o Chefe do estado predente resolver a questão da falta de medicamentos nos hospitais? quando é que haverá medicamentos para todos os 16% dos Moçambicanos seropositivos? qual será avia? até então porque é que isso não é prioridade?

    Ainda nesta senda o Ministro da Saude Paulo Ivo Garrido já disse que o nosso País tem condições propícias para eclosão de doenças venérricas por causa das condições ambientais.Aqui refiro me factores desfavoráveis criados pela autoridade locais como Conselhos Municipais. Exemplo da Matola e Maputo. Lixeiras de Malhampswene e Hulene que estão no meio dos Bairros para além de indústrias poluidoras afixadas nas zonas residêciais com aprovação do CMCM, a exclusão na distribuição de Água e Energia refiro me à factos que acontecem aqui no Maputo só para citar exemplos. como é que o chefe do Estado pretende atacar estas situações? porque neste caso a descentralização só veio criar mais mau estar e reduzir a nossa esperança de vida a bem da corrupção na conseção de Terrenos.

    Há muito que se pode dialogar Camarada Presidente mas creio que o pouco de deixo servirá para ter noção do nosso sofrimento.

    muito obrigado

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  27. Zulfikhar Chirida01/10/09, 14:26

    Exmo Senhor Presidente da Republica, no que toca a questao do emprego tenho a dizer o seguinte:

    1_Nao sei se estou equivocado, mas julgo que os jovens de Maputo nao tem acesso aos 7 milhoes, pese embora haja um fundo de iniciativa juvenil, fundo esse, bastante irisorio para abarcar grande parte de iniciativas juvenis, 7 milhoes julgo que seria uma mais valia para o fundo de iniciativa juvenil, pois, em Maputo ha tambem muitos jovens sem emprego e com iniciativas empreendedoras.

    2_Com aplicacao dos 7 milhoes e outras iniciativas empreendedoras, ha de facto oportunidades, para ganhos nas mais variadas vertentes, concordo com sua excia quando refere, que ha necessidade de capitalizar essas portas que se vao abrindo, sem que de facto muitos de nos nao as visualizemos, sugiro pois que se apresente publicamente essas oportunidades.

    3_Mais do que iniciativas identicas aos dos 7 milhoes e outras, ha necessidade urgente de se fazer uma consciensalizacao dos jovens universitarios, pois, a quando da minha estadia na faculdade, pude perceber, porque debatiamos varias questoes da vida social, profissional e politica, que muitos de nos jovens almejam o canudo, apenas para colocacao no aparelho do estado ou outras instituicoes, descurando a possibilidade de findo os estudos, proceder com algum projecto de criacao de postos de emprego para o proprio que no final das contas serveria a outros concidadaos, diminuindo sobre maneira o elevado indice de desemprego.

    4_Outra grande questao de gostava de me referir e a necessidade cada vez maior de instituicoes financeiras, colaborarem, isto e, sensibilizarem_se mais no financiamento de iniciativas de jovens formados, sejam eles universitarios ou n, pois na mha optica o que mais interessa e um projecto exequivel e sustentavel.

    Gostei da intervencao de sua excia no blog.

    Cumprimentos

    zulfikharchirida@gmail.com

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  28. Senhor Presidente e candidato a Presidente,

    À semelhança dum compatriota, duvidei que fosse realmente o Senhor candidato que estivesse do outro lado desta página. Prefiro tratar-lhe por Senhor candidato causa do cariz do blog.

    Parabéns pelo blog! Através dele, mais um grupo de potenciais eleitores poderão comunicar-se com o Senhor. Eu sou um deles e peço permissão para divagar.

    Queria saber, Senhor candidato a Presidente da República, qual é o seu objectivo em relação às pessoas portadoras de deficiência. Acompanhei particularmente a situação de estudantes com deficiência visual que estão na Universidade Pedagógica (UP) em Maputo e o que constatei foi uma mescla de inclusão e exclusão. A inclusão consiste em a UP acolher esses estudantes e a exclusão é: (1) os professores surpreenderem-se em ver esses estudantes na sala de aula; (2) os professores improvisarem um método de trabalho para os incluir; (3) ausência de gravadores para eles registarem as lições; (4) ausência de bibliotecas, computadores, impressoras e Internet para eles; etc.

    Qual é o seu objectivo, Senhor candidato, em relação às crianças que acompanham (algumas por toda a vida) os seus familiares portadores de deficiência? A cidade da Beira, que conheço relativamente bem, tem casos arrepiantes disso.

    Em contrapartida, Senhor candidato, há cerca de duas semanas, fui à Direcção Provincial da Mulher e Acção Social de Sofala e foi bonito ver pessoas portadoras de deficiência a trabalharem lá. Mas, não seja somente um ministério com essa abertura! Que sejam todos os empregadores (públicos e privados)! Que os candidatos a emprego sejam contratados em função do que sabem ou podem fazer e não em função de detalhes supérfluos – como, infelizmente, acontece em Moçambique!

    Se alguém, em Moçambique, está verdadeiramente preocupado com todos os moçambicanos, mais empregos não ficariam disponíveis, Senhor candidato, se se limitasse o número de empregos que alguns moçambicanos têm? O espírito de que Obama fala no seu discurso de abertura, que cito adiante, não se aplica aos moçambicanos? “[...] for as much as the government can do and must do, it is ultimately the faith and the determination of the American people – upon which this nation relies; it is […] the selflessness of the workers that would rather cut their hours than see a friend loose their jobs [...]” (extracto retirado por mim do podcast President Obama’s Inaugural Address)

    Para um desempregado, acho ser mais encorajador ouvir experiências de compatriotas que, honesta e efectivamente, superaram o desemprego do que ouvir a reprodução de palavras da moda, tais como empreendedorismo, auto emprego, de pessoas nunca ficaram desempregadas.

    Orgulho-me de si, Senhor candidato, pois me fez pensar em voltar às urnas de voto nestas eleições. Votei nas segundas eleições e fiquei tão desapontado que achei bom para a minha consciência parar de o fazer. O Senhor candidato, acima de tudo, trouxe, para mim, o sentimento de que podemos pôr as coisas em ordem. Vejo carisma em si. Mas, a sua austeridade ou expectativa de austeridade provocou também descontentes, que eu acho serem pessoas que estavam acomodadas à mediocridade – que, infelizmente, ainda é um problema sério neste país.

    Aproveito esta ocasião para mostrar a minha utopia. Acho que 5 anos de mandato nos impedem de (entre)ver a solução de problemas fundamentais deste país. Com efeito, o que será de Moçambique em 2200? Continuará Moçambique sendo um país em que as cheias e a seca são indomáveis? Compreendo que temos problemas que requerem soluções imediatas, mas também urge procurarmos soluções para cheias e secas cíclicas. De que vale desenvolvermo-nos 10 anos e as cheias arrasarem tudo num mês? Acredito que nós, os moçambicanos, podemos resolver este problema, se quisermos.

    Por fim, tenho notado que a cobertura da sua Campanha Eleitoral tem sido apresentada em primeiro lugar na TVM. ...Que critérios ditam esse privilégio? – uma questão para a TVM.

    Sucessos,

    Eurico Dzivane

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  29. Caro Camarada,

    Com um abraço angolano, a encorajando-o com o seu trabalho, muito me honraria se consultasse o meu site:

    www.literaturafragatdemorais.blogspot.com

    Atenciosamente e com admiração.

    Fragata de Morais

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  30. Camarada Presidente,

    Nunca é tarde para felicitar-vos pelos afortunados esclarecimentos sobre o manisfeto eleitoral "Compromisso de Armando E. Guebuza" e sobre o manisfesto eleitoral do nosso glorioso Partido FRELIMO, durante o período da campanha eleitoral particularmente, quando passou pela prov. de Maputo. Foi na base das realizacões rumo ao desenvolvimento, operadas no quinquénio 2005/2009, e tb na base da visão do camarada Presidente e do Partido k nós jovens (não só) reiteramos a nossa confianca na continuidade do progresso de Moz. através do voto. Gostaria k enfatizasse mais o modelo de governacão ambiental, versado em desenvolvimento sustentável, isto é, sim ao desenvolvimento, mas tb k não se comprometa a possibilidade das geracões vindouras de poderem viver e de tirarem proveito sobre os recursos naturais.A sua seiva da nacão está certa k carece mais de oportunidades para saber pescar do k do próprio peixe, bem haja o cap. IV "Compromisso para o próximo mandato..."(vide págs. 32 e ss) onde há uma preocupacão pela valorizacão da juventude e pela promocão de oportunidades de desenvolvimento de habilidades vocacionais; a educacão patriótica e participacão activa no desenvolvimento do país tb responde a visão clara e objectiva sobre a juventude. Acreditamos camarada Presidente k a promocão desta máxima do Confúncio (máxima chinesa) tb para o auto-emprego, para o associativismo, para a habitacão e ocupacão de jovens neste mandato será possível, desde k escolha tb pessoas competentes e comprometidas com o povo. Pelo menos na província de Maputo, não temos dúvidas que reconhecemos as competências técnicas e políticas dos camaradas jovens - candidatos a deputado da AR e a membros das AP's, pois nestas instâncias irão rejuvenescer a forma e substância no tratamento a dar aos assuntos da juventude.

    Sinto-me realizado, pela vossa reeleicão Sr. Presidente,
    Bem haja o nosso partido,
    Bem haja o nosso povo
    A vitória é certa,

    BAZO

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  31. Hermenegildo Cossa29/10/09, 16:27

    Caro, Camarada Sr, Presidente... durante este tempo vinha acompanhando os escritos neste Blog, mas hoje 29.10.09, nao resisti pois entendo que e chegada a hora e momento de felicita lo pela retumbante vitoria no pleito de ontem... acreditando e confiando na maneira como V.excias, conduziu e conduzira esta bela patria amada digo de viva voz... VIVA O CAMARA ARMANDO EMILIO GUEBUZA o filho mais querido da patria... tambem queria cantar a retumbante vitoria do NOSSO GLORIOSO, VITORIOSO PARTIDO DAS MASSAS em todas frentes.
    E caso para dizer BAYETE CAMARADAS...
    Abracos a todos mocambicanos comprometidos com a causa da patria.
    Hermenegildo Cossa

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  32. Senhor Presidente da República

    Ceio que pensou muito antes de lançar-se na discussão desta índole, falo em termos de uso da internet, criando seu interessante blogue.Três questões são evidentes na actuação de Vossa Excelência: está claramente a colocar os seus assessores a explorarem no máximo a tão importante massa cinzenta, está preocupado em atingir aquilo que na sua terminologia tem designado por massa crítica-os jovens, sublinhe-se e finalmente, deu-se conta de que não pode cometer o erro característico da política africana, o de governar o país dentro do gabinete e apenas com os ministros e conselheiro.
    Senhor Presidente, seu que é exímio na exigência de que os moçambicanos devem reactivar a cultura de trababalho, mas eu quero mesmo apontar e repisar aquilo que cos outros já referiram-a educação.Se pretender de facto materializar com sucesso o seu programa, terá de prestar muita atençaõ ao sector da educção, para que possa ter a massa crítica.
    Terá de intervir, sem prejuízo da indenpendência das universidades para que estas possam formar pessoal de facto qualificado, e para isso é preciso docentes com mérito e não simples licenciados cujo conhecimento se arrima no método da sebenta como disse o meu colega Mutisse.Terá que intervir também e sobremaneira no sector do ensino primário, secundário e pré-universitário porque não aceitável o que em termos de qualidade está acontecer.Desafio Vossa Excelência a perguntar nua sala do décimo segundo ano algo sobre a SADC ou sobre a integração regional e verá quais as respostas que terá.
    Muita força

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  33. Senhor Presidente

    Quero pedir-lhe de forma encarecida que use todas as forças ao seu dispor, e sei que tem muita força, Vossa Excelência é visivelmente forte, forte para não se deixar vencer por coisas mínimas.Mas dizia eu que explorasse as suas forças e energias para garantir que neste país floresça a liberdade de consciênciência e de se expressar, para que as pessoas possam contribuir de forma aberta para a discussão de todos os problemas.
    Não se pode admitir, e todos nós ouvimos sempre falar e creio que não será difícil surpeender em termos concretos exemplos, que no nível em que Moçambique se encontra as pessoas, principlamente nas repartições públicas e até privadas, trabalhadores tenham dificuldades de se identificarem com apoiantes de um ou outro patrtido, mas os mesmos podem discutir directamente como estou fazendo com Vossa Excelência.É uma contradição e obra daueles que servem interesses escusos e que por isso devem ser sancionados nos termos legais.
    Queremos ver as pessoas falarem livremente, não que não o façam agora, mas queremos mais abertura porque de outro modo, este blog não poderá surtir todo o efeito.seria bom Senhor Presidente que por exemplo neste blog todos se identificassem, ou não?

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  34. Obrigado por Juntos estarmos empenhado pela causa justa de todos nós filhos desta pátria amada, que a PAZ e a UNIDADE NACIONAL prevaleçam por muitos e longos anos e que DEUS nos abençoes para que um dia Moçambique seja o destino do Mundo Inteiro, Não nos deixemos enganar pelos que querem vender este país, a troco da riqueza, Bem haja papa GUEBUZA, amen

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  35. Deus abençõe a todos moçambicanos principalmente ao amado filho desta pátria: papá Guebuza. Continuar a fiscalização do seu executivo e aos 7 milhões, principalmente à zona norte onde aínda em alguns distritos e cidades continuam a ficarem fechados e a fomentarem o deixa andar e a corrupção, enquanto nós já esquecemos isso grças a sua governação.

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  36. Agradeço muito a simpatia e a sábia governação do papá Guebuza. Sou um pobre pequenino mas proponho a sua recandidatura ao 3º mandato porque nós moçambicanos queremos dar continuidade a luta contra a pobreza absoluta, queremos continuar a lutar pela industrialização das tecnologias de informação e comunicação, revolução verde, igualdade do género e perante a lei, nepotismo, o espírito de deixa andar, a corrupção, etc. se sair do poder nós vamos chorar papá Guebuza.

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  37. Camarada Guebuza, eu sou Odivio Amaral Antonino presidente de uma agremiação estudantil de nome AETM Associação de Estudantes do Ensino Técnico que se encontra devidamente legalizada, já realizamos varias actividades, com pareceria do Conselho Nacional da Juventude, no elenco de munhequete, camarada Guebuza, o que me faz escrever a vontade que os estudantes do ensino técnico tem de fazer parte do processo de desenvolvimento do pais mais esta contribuição pretendemos que seja de forma efectiva, por exemplo, gostarias mos de usar as nossas aulas praticas de forma útil, fazendo carteiras para outras escolas, bem mesmo as nossas escolas, gostaria mos de trabalhar na ANE, pois temos o curso de Estradas e Pontes, achamos nos que estas actividades desenvolvidas por estudantes como resultado de suas aulas praticas estaríamos a, criar vantagens tanto para o pais como para o estudantes, através da redução de custo de uma obra, e também através da obtenção de experiencia de trabalho, e muito mais, agradeço que procure falar com quem de direito sobre este assunto, a qual eu e o meu grupo de estudantes do ensino técnico nos predispomos a fazer uma explicação. Poderá nos contactar através dos números 82 44 58 130 Odivio Amaral. Ou 82 58 70 527 Mário Nhantumbo. Ou ainda 82 45 29 430 Gabriel Mungoi.
    Eu pretendia apresentar esta nossa opinião na reunião que o camarada presidente teve como jovens da Cidade de Maputo mais não o conseguiu fazer, por isso uso esta via. Obrigado pela atenção bom trabalho meu camarada, continua a confiar na juventude, que esta, nunca lhe vai defraudar, pode acreditar.

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  38. Camaradas, meus pares temos que lutar para mudar o nosso pais, nos somos a geração da viragem, não devemos defraudar os nossos, refiro-me as 2 gerações, temos que estar em alerta as mudanças que o pais esta a ter, para podermos juntos, estabilizar e dinamizar o crescimento do nosso belo pais.
    Camarada, as escolas do ensino técnico profissional, estão mal, se não vejamos, no passado não muito lógico tínhamos os estudantes a darem o seu contributo na colheita do arroz etc. e muitas outras actividades onde o estudante era envolvido, agora já não há isso por que?
    Temos as escolas e instituto técnico, onde estas instituições estão vocacionadas na formação pratica, no saber fazer, na produção, e é este mesmo grupo que vê as suas oficinas a sua mão de obra sub- aproveitada. Meus pares a escola industrial 1º de Maio na Av. 24 de Junho em Maputo tem oficinas, de mecânica serrilharia, etc. no instituto Industrial de Maputo, também, em Maputo, cita na rua da resistência, bairro da Malhangalene também tem uma oficina de carpintaria e outras oficinas, que por sua vez estão sub valorizadas.
    Vejamos o seguinte, ao invés de andar mos a alugar as nossas oficinas escolares as empresas, com o pretexto de que e uma forma de prover os escolas de condições financeiras para ajudar a manter as conta da mesma em dia, é utilizar se mos os recursos das escolas, tanto os recursos materiais como humanos, na reconstrução de escolas primarias principalmente, hospitais, etc. e é uma boa forma de fomentar em nos jovens e mostrar como nos podemos ajudar o pais, com estas praticas podemos diminuir os custos das obras, no meu entender.
    E verdade que o bolo dado as escolas não ajuda para pagar todas as despesas que ela precisa ou realiza, mais se levarmos os nossos estudantes, técnicos profissionais a reabilitarem uma outra escola primaria, como por exemplo a escolas primaria unidade 10. Esta que se encontra totalmente destruída, estaríamos a ajudar o ensino em 2 vertentes, qualidade de infra-estruturas, qualidade dos estudantes técnicos devido a experiencia que vão obtendo nas suas aulas práticas feitas ou dadas no terreno.
    E termos de valores pagaríamos um valor simbólico as escolas, pois estas não estarão a fazer comercio mais sim a dar o seu contributo no crescimento do nosso glorioso pais.
    Entre pagar um empreiteiro cerca de 100% do valor da obra onde esse mesmo empreiteiro no meio da obra para de construir e pagar cerca de 40% se não menos a uma escola, o que da mais vantagem ao governo meus camaradas.
    Vamos lá debater este assunto que no meu entender e crucial para a nossa qualidade de ensino de vida de auto estima, e muito mais.
    Moçambique há vante e não há recua

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  39. Houve um monte de dúvidas sobre a cura da aids hiv, eu também estava duvidaram, mas agora eu tenho a acreditar que o milagre que eu recebi também pode ser de grande ajuda para o mundo. Meu nome é Angela meu email é angelafreeeman@gmail.com Eu vivi com esta doença mortal por mais de um ano, o meu marido descobriu que estávamos ambos HIV positivo. Tentamos por todos os meios para viver nossas vidas, apesar de essa coisa no nosso corpo é somente quando nós tropeçavam este poderoso herbalista que ele retratou cura. No início, estávamos mais cético, mas meu marido insistiu em dar-lhe uma tentativa e pedimos para algumas de suas ervas e algumas semanas após a conclusão do processo devido a este fitoterapeuta, fomos para um teste como também dissemos, nós foram esmagados felicidade quando recebi os resultados na clínica. A taxa de vírus no corpo e caiu dentro de algumas semanas, fomos completamente cicatrizado. Também perguntou por que ele não veio para o mundo que ele tinha a cura e ele disse que fez em 2011, mas foi rejeitada pela equipe de pesquisa internacional. A coisa mais importante é para você ser curado, se você quer saber sobre esta chamada fitoterapeuta em +2349032913215 ou e-mail: odincurahiv@gmail.com ou odincurahiv@outlook.com

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  40. Meu nome é Adilson Tajuana eu sou do México, era real sério na minha vida como um HIV positivo, quem vai acreditar que a erva pode curar Oito anos HIV no meu corpo e eu estava tendo problema na minha pele em resultado deste vírus, eu nunca acreditar que isso vai funcionar eu tenho gasto muito dinheiro comprando drogas do hospital para me manter saudável e eu estava esperando por essa morte para vir, porque eu era impotente, um dia i duro sobre este grande homem que é bem conhecido de HIV e cura do câncer, eu decidi enviar-lhe (okonofua_solution_tem99@hotmail.com), sem saber, para mim que este será o fim do HIV no meu corpo, preparou a erva para mim e para enviá-lo ao serviço de correio através de, e deu me instruções sobre como levá-lo, no final dos cerca de alguns dias, ele me disse para ir para o hospital para um check-up, e eu fui, surpreendentemente, após o teste, o médico confirmou-me negativa, eu pensei que era uma piada , eu fui para outros hospitais não acreditei que sou HIV negativo. Eu realmente quero dar graças a DR. PAUL EMEN por salvar a minha vida, eu nunca acreditei que eu vou ser HIV negativo hoje, por favor, meus queridos amigos, me ajude a agradecer DR. PAUL EMEN para o que ele tem feito na minha vida eu sou grato Sir. se você está tendo mesmo problema por favor entre em contato com ele através deste e-mail (okonofuatem99@gmail.com).
    eu te amo DR. PAUL EMEN eu nunca te esquecer, e eu prometo para compartilhar este testemunho todo lá e em qualquer lugar que eu esteja. obrigado novamente.

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  41. WAO !!!!!! 2015 é realmente um ano marcante para mim.

       Quem vai acreditar que um ervas podem curar a 10 anos de HIV no meu corpo, eu nunca acreditam que isso vai funcionar eu tenho gastar muito quando chegar drogas do hospital para me manter saudável, o que eu estava esperando é a morte, porque eu estava ficando sem dinheiro , um dia eu li sobre este grande herbalista que alguém escreveu sobre que ele pode curar falecimentos e vírus do corpo e esta pessoa escreveu que depois que ele bebeu as ervas o médico preparado e enviar para ele o que ele estava curado do HIV, eu decidi enviar e-mail para ele, sem saber, para mim que este será o fim das ajudas de HIV em meu corpo, ele preparar a erva para mim, e me dar instruções sobre como levá-la, no final da uma semana, ele me disse para ir para o hospital para um check-up, e eu fui, surpreendentemente, após o ensaio, o médico confirmar me negativo, eu pensei que era uma piada, eu fui para outro hospital também foi negativo, então eu tirei o meu amigo que também era HIV positivo o Dr, após o tratamento, ela também foi confirmar negativo. Ele também tem a erva para curar o câncer por favor, eu quero que cada um com este vírus para ser livre e é por isso que eu estou baixando o endereço de email: okonofuatem99@gmail.com seu nome é Dr. Paul Emen do e-mail dele. ou melhor ainda adicionar-lo em seu facebook pessoal com o e-mail abaixo:
    okonofua_solution_tem99@hotmail.com, ele é um grande homem.

    Eu sou VALENTINA LIBERTO VOCÊ TAMBÉM PODE ME ADD NO FACEBOOK para a direção sobre como cumprir o com o e-mail abaixo:
    vlibertore@gmail.com
      Pai, obrigado por salvar a minha vida, e eu prometo que vou sempre testemunhar para o seu bom trabalho.

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